Ela então, naquela tarde, estava vivendo uma tristeza fria e silenciosa. Triste. Apenas triste. Sem choros, sem gritos, sem ameaças, sem sentimento de vingança. Sem vontade de fazer nada que pudesse melhorar ou piorar o estado atual que se encontrava, por que era uma tristeza intensa a este ponto. Apenas uma tristeza fria e profunda. Sabia ela que o mesmo objeto o qual a a fizera chorar e sofrer calada era onde tempos antes encontrou então a paz, a calmaria, o aconchego, um abrigo, um ponto de paz e equilíbrio, de descanso. Onde sem perceber, se entregava por inteiro. De onde não queria sair, nem se quer por um instante.
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